Coca com polvora.. brown brown... quem ja viu senhor das armas?
olha, e nao sei se o irã quer uma guerra agora nao viu.. por q o que falta pra israel atacar os seus reatores é um conflito que envolva o ira na região...
na verdade se eu fosse israel buscaria um conflito urgente com a siria... o irã entraria e israel atacaria suas usinas.. apos isso buscaria um acordo na ONU quem sabe devolvendo algumas terras sirias... pelo menos estaria livre de outras armas nucleares no OM.
Hoje o irã só entraria em guerra se tivesse uma bomba nuclear.. ele sabe que israel a usaria em ultimo caso, e nunca iria querer que israel desaparecesse do mapa (se por algum acaso isso acontecesse iria ser a pior coisa para o irã e para o norte da síria... israel usaria a bomba)
Ahmadinejah quer uma guerra.. mas não agora
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
1 Ano se passou e o cerco afroxou
Bem, um ano inteiro se passou e agora os moradores de Gaza podem exportar o seu morango e suas flores.
Além deste detalhes está chegando uma ajuda humanitária. Aproximadamente 200 caminhões com comida e remédios irá chegar a Gaza, passando pelo Egito e pelo porto sírio de Latakia (muito bonito alias)
Agora o que me deixa com a pulga atras da orelha é se esta ajuda é por uma benfeitoria israelense ou faz parte de um acordo amplo para a soltura do soldado Shalit.
Vamos ver o que acontece até fevereiro.
Além deste detalhes está chegando uma ajuda humanitária. Aproximadamente 200 caminhões com comida e remédios irá chegar a Gaza, passando pelo Egito e pelo porto sírio de Latakia (muito bonito alias)
Agora o que me deixa com a pulga atras da orelha é se esta ajuda é por uma benfeitoria israelense ou faz parte de um acordo amplo para a soltura do soldado Shalit.
Vamos ver o que acontece até fevereiro.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Situação de ataques terroristas
Este tópico é o que estava pensando ha um tempo e que só tive coragem fde escrevê-lo agora, pois mostra um lado muito frio do ser humano, e uma analise sistematica de algumas situações em que passamos com o exército de israel.
É o seguinte, houveram duas intifadas. A primeira teve um caráter mais centrado no exército israelense e na forma midiatica de mostrar a desolação e a falta de esperança palestina do conflito ser resolvido de forma pacífica. O fatah organizava as revoltas porém a FPLP e a FDLP centravam suas ações em ataques em solo israelense. Ela começou após um motorista de caminhao israelense atropelar dezenas de pessoas em uma estrada na cisjordania e sair sem punição. Foi a gota d'agua.
Já a segunda intifada começou quente, com sharon pisando na mesquita de Al Aqsa (e na esplanada das mesquitas).
A revolta começou com os jovens lançando pedras, e acabou com grupos como o Hamas e a Jihad Islamica lançando diversos ataques em israel, matando mais de mil israelenses.
Nas duas intifada braços de crianças eram quebradas pelas mesmas pedras que atiravam (geralmente com pelo menos um soldade de israel segurando a criança, o outro o braço e o ultimo quebrando os ossos de meus filhos).
Agora o que mais causou problemas internos foi a primeira intifada. Pois o governo e a população falam duas linguas.
O peso de ter um soldado morto e o peso de ter um civil morto é diferente, de forma ambigua para os dois.
Enquanto o povo se comove tanto para um soldado como para um civil, o governo enxerga a morte de um civil israelense como "menos trágico" que a morte de um soldado.
Isto foi provado na primeira intifada, que chegou a um ponto próximo a vermos a retirada israelense dos territórios ocupados. em 85 foi a queda de dezenas de soldados que fez israel começar sua retirada do pais do cedro. Foi na guerra de 73, como rapido avanço egipcio, que iniciou os papeis para a retirada e devolução do Sinai, e foi em 06 que, após mais de 100 soldados mortos, fez israel retirar suas tropas e aceitar o tratado da ONU para suspender as operações contra o Hezbollah.
Enquanto seus soldados lutam sua população morre, e a morte de milhares de civis israelenses gerou apenas mais odio na população, que ajudou o governo israelense a tomar atitudes que não seriam aceitas em períodos menos conturbados.
No final das contas cada um veja como quiser estes fatos.
É o seguinte, houveram duas intifadas. A primeira teve um caráter mais centrado no exército israelense e na forma midiatica de mostrar a desolação e a falta de esperança palestina do conflito ser resolvido de forma pacífica. O fatah organizava as revoltas porém a FPLP e a FDLP centravam suas ações em ataques em solo israelense. Ela começou após um motorista de caminhao israelense atropelar dezenas de pessoas em uma estrada na cisjordania e sair sem punição. Foi a gota d'agua.
Já a segunda intifada começou quente, com sharon pisando na mesquita de Al Aqsa (e na esplanada das mesquitas).
A revolta começou com os jovens lançando pedras, e acabou com grupos como o Hamas e a Jihad Islamica lançando diversos ataques em israel, matando mais de mil israelenses.
Nas duas intifada braços de crianças eram quebradas pelas mesmas pedras que atiravam (geralmente com pelo menos um soldade de israel segurando a criança, o outro o braço e o ultimo quebrando os ossos de meus filhos).
Agora o que mais causou problemas internos foi a primeira intifada. Pois o governo e a população falam duas linguas.
O peso de ter um soldado morto e o peso de ter um civil morto é diferente, de forma ambigua para os dois.
Enquanto o povo se comove tanto para um soldado como para um civil, o governo enxerga a morte de um civil israelense como "menos trágico" que a morte de um soldado.
Isto foi provado na primeira intifada, que chegou a um ponto próximo a vermos a retirada israelense dos territórios ocupados. em 85 foi a queda de dezenas de soldados que fez israel começar sua retirada do pais do cedro. Foi na guerra de 73, como rapido avanço egipcio, que iniciou os papeis para a retirada e devolução do Sinai, e foi em 06 que, após mais de 100 soldados mortos, fez israel retirar suas tropas e aceitar o tratado da ONU para suspender as operações contra o Hezbollah.
Enquanto seus soldados lutam sua população morre, e a morte de milhares de civis israelenses gerou apenas mais odio na população, que ajudou o governo israelense a tomar atitudes que não seriam aceitas em períodos menos conturbados.
No final das contas cada um veja como quiser estes fatos.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Eleições palestinas com Barghouti solto?
Pois é... pelo jeito irão libertar Barghouti, e teriamos algo interessante nas eleições palestinas no próximo ano.
Abbas ja falou que não irá concorrer. Fayyad possivelmente será o sucessor e disputará as eleições com o Hamas, muito forte... talvez mais que o Fatah até mesmo na Cisjordânia.
Agora, se Barghouti for solto ele entrará com tudo (se disputar a eleição) na corrida. E muitas pesquisas foram feitas no começo deste ano especulando sua soltura e o colocando entre os eleitos... ele ganharia de Abbas com larga vantagem e ganharia do Hamas. Incrível
Abbas ja falou que não irá concorrer. Fayyad possivelmente será o sucessor e disputará as eleições com o Hamas, muito forte... talvez mais que o Fatah até mesmo na Cisjordânia.
Agora, se Barghouti for solto ele entrará com tudo (se disputar a eleição) na corrida. E muitas pesquisas foram feitas no começo deste ano especulando sua soltura e o colocando entre os eleitos... ele ganharia de Abbas com larga vantagem e ganharia do Hamas. Incrível
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Visita Café com Bobagem
Bem, recebemos a visita do Ahmadinejah. Com isso o Brasil quer passar a mensagem que é um país grande, que está ainda crescendo diplomaticamente e que pode ajudar no conflito que está ocorrendo a mais ou menos uns 10 mil km (dados do google earth)
Bem, imagino que para o brasil uma boa imagem seria se impor um pouco mais na ONU, ao invés de ficar dando voto nulo em tudo que é mais polêmico.
O importante seria se o brasil possuisse alguma estratégia para algum fator importante para os Estados Unidos. Claro que não faria o Irã parar seu programa nuclear, mas poderia ajudar a libertar os americanos presos no país persa.
Vamos ver oque acontecerá na proxima semana. Se não acontecer nada, pior para o brasil
Bem, imagino que para o brasil uma boa imagem seria se impor um pouco mais na ONU, ao invés de ficar dando voto nulo em tudo que é mais polêmico.
O importante seria se o brasil possuisse alguma estratégia para algum fator importante para os Estados Unidos. Claro que não faria o Irã parar seu programa nuclear, mas poderia ajudar a libertar os americanos presos no país persa.
Vamos ver oque acontecerá na proxima semana. Se não acontecer nada, pior para o brasil
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Roubam sem parar
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u653813.shtml
Mais 900 casas construidas em Jerusalem Oriental. Mais consternação americana e européia.
Como sempre a mídia e o mundo caem em cima de israel. Mas daqui algum tempo Hillary irá se reunir com algum netan ou lieberman e ira voltar tudo atras.
Que esperança poderemos ter?
O mundo não necessita de mais materiais bélicos. É com a nossa vida que estamos lidando, e a vida da minha raça vale nada para israel.
Deveriam olhar para os lados
Mais 900 casas construidas em Jerusalem Oriental. Mais consternação americana e européia.
Como sempre a mídia e o mundo caem em cima de israel. Mas daqui algum tempo Hillary irá se reunir com algum netan ou lieberman e ira voltar tudo atras.
Que esperança poderemos ter?
O mundo não necessita de mais materiais bélicos. É com a nossa vida que estamos lidando, e a vida da minha raça vale nada para israel.
Deveriam olhar para os lados
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Palestina Distante
Agora, a OLP decide partir para atitudes mais dinamicas e decidem que irão criar um estado palestino sem dialogo com Israel.
Esta atitude mostra um fim de papo nas relações internacionais, e mostra a hipocrisia de sempre do estado israelense.
O ministro do ambiente israelense até ameaçou anexar as colonias da Cisjordânia, culpando a forma "unilateral" que os palestinos tomaram esta atitude.. interessante que a porcaria das atitudes unilaterais de israel foi a causa de mortes de palestinos desde 48.
Unilateral é uma hipocrisia suja de israel. E ainda estão fazendo passeatas em São Paulo contra ahmadinejah. Para mim é o sujo falando com o mau lavado.
Esta atitude mostra um fim de papo nas relações internacionais, e mostra a hipocrisia de sempre do estado israelense.
O ministro do ambiente israelense até ameaçou anexar as colonias da Cisjordânia, culpando a forma "unilateral" que os palestinos tomaram esta atitude.. interessante que a porcaria das atitudes unilaterais de israel foi a causa de mortes de palestinos desde 48.
Unilateral é uma hipocrisia suja de israel. E ainda estão fazendo passeatas em São Paulo contra ahmadinejah. Para mim é o sujo falando com o mau lavado.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Azedou
Agora gente, ouvintes, leitores e odiadores, azedou de vez.
Não vou entrar na mesmice de dizer que israel queria isso, os EUA não fizeram nada contra e os palestinos estão decepcionados com o Obama. Isso tudo já é fato.
O que quero fazer neste post é fingir que sou um vidente e imaginar o futuro palestino.
Primeiro, Abbas perderá totalmente o controle do Fatah. Os líderes mais radicais ou tomarão o controle do Fatah ou farão um novo partido, com uma essência mais libertárias só que ainda sim não islamita.
O Hamas continuará forte em Ghaza e na Cisjordânia. Mas eles não irão conseguir dialogar com os EUA nem com a Europa (por imbecilidade americana)
As eleições de janeiro não irão acontecer, ou serão apenas no papel. Se ocorrer os mesmo corruptos do Fatah estarão no poder, enquanto que ala jovem irá se separar cada vez mais.
Os palestinos irão perder a esperança no processo de paz por pelo menos 10 anos, o que acarretará uma terceira intifada nos territórios invadidos. Ela irã tornar-se parte da rotina na Cisjordânia, mas Ghaza ficará fora internamente, mas irá fazer ataques ao sul de israel.
Enquanto os palestinos estariam "parados" no processo de paz o Hezbollah será o centro das atenções, e a paz com a Síria irá evoluir um pouco, mas nunca devolverão Golan.
Esta é a minha previsão. Tomará que eu esteja completamente errado
Não vou entrar na mesmice de dizer que israel queria isso, os EUA não fizeram nada contra e os palestinos estão decepcionados com o Obama. Isso tudo já é fato.
O que quero fazer neste post é fingir que sou um vidente e imaginar o futuro palestino.
Primeiro, Abbas perderá totalmente o controle do Fatah. Os líderes mais radicais ou tomarão o controle do Fatah ou farão um novo partido, com uma essência mais libertárias só que ainda sim não islamita.
O Hamas continuará forte em Ghaza e na Cisjordânia. Mas eles não irão conseguir dialogar com os EUA nem com a Europa (por imbecilidade americana)
As eleições de janeiro não irão acontecer, ou serão apenas no papel. Se ocorrer os mesmo corruptos do Fatah estarão no poder, enquanto que ala jovem irá se separar cada vez mais.
Os palestinos irão perder a esperança no processo de paz por pelo menos 10 anos, o que acarretará uma terceira intifada nos territórios invadidos. Ela irã tornar-se parte da rotina na Cisjordânia, mas Ghaza ficará fora internamente, mas irá fazer ataques ao sul de israel.
Enquanto os palestinos estariam "parados" no processo de paz o Hezbollah será o centro das atenções, e a paz com a Síria irá evoluir um pouco, mas nunca devolverão Golan.
Esta é a minha previsão. Tomará que eu esteja completamente errado
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O inevitável e inexperado aconteceu
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u638550.shtml
Vejam a matéria primeiro, e me digam se ao mesmo tempo isto não era inevitável e inexperado. Não acredito como uma simples posição americana negativa a israel possa ter me feito tão feliz. Não sei se é o mesmo erro que o Abbas teve, mas estou exultante
Espero que cada culpado por mortes de civis seja culpado e condenado, tanto do Hamas (que foi responsável por menos de 15 mortes, sendo 11 militares que estavam matando palestinos) e israel, que matou 1500, a maioria civis.
Veremos o que irá ocorrer
Vejam a matéria primeiro, e me digam se ao mesmo tempo isto não era inevitável e inexperado. Não acredito como uma simples posição americana negativa a israel possa ter me feito tão feliz. Não sei se é o mesmo erro que o Abbas teve, mas estou exultante
Espero que cada culpado por mortes de civis seja culpado e condenado, tanto do Hamas (que foi responsável por menos de 15 mortes, sendo 11 militares que estavam matando palestinos) e israel, que matou 1500, a maioria civis.
Veremos o que irá ocorrer
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Esperança em Obama evaporou?
Um comunicado do Fatah diz que a esperança palestina em Obama evaporou.
Uma pena que um dia ela ainda estava ativa. Uma pena que o Fatah jogou todas as cartas em Obama. Uma pena que a força que o Fatah tem hoje é bem menor do que antes. Uma pena que o Fatah confie o futuro palestino a um presidente que governa um país governado pelo lobby israelense. Uma pena a IPAC pressionar de todos os lados.
O Hamas manteve-se com a mesma força que tinha antes de Obama subir ao poder. Eles não confiaram cegamente como o Fatah, e conseguiram resistir a este período. Uma pena estarem menos engajados em rever a palestina e mais em atacar inutilmente o seu inimigo.
Vamos ver o que teremos adiante.
Uma pena que um dia ela ainda estava ativa. Uma pena que o Fatah jogou todas as cartas em Obama. Uma pena que a força que o Fatah tem hoje é bem menor do que antes. Uma pena que o Fatah confie o futuro palestino a um presidente que governa um país governado pelo lobby israelense. Uma pena a IPAC pressionar de todos os lados.
O Hamas manteve-se com a mesma força que tinha antes de Obama subir ao poder. Eles não confiaram cegamente como o Fatah, e conseguiram resistir a este período. Uma pena estarem menos engajados em rever a palestina e mais em atacar inutilmente o seu inimigo.
Vamos ver o que teremos adiante.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Disturbios continuam
A polícia israelense (sempre com moral né) estão aumentando o cerco a Al Aqsa... hoje apenas 5 mil fiéis foram liberados para rezar (geralmente são entre 20 a 30 mil)
Al Aqsa é de suma importância para o processo de paz, e não está sendo tratada como tal, está sendo tratada com desrespeito e audácia.
A ultima vez que isso aconteceu foi quando Sharon pisou em sua área. Isto iniciou a segunda Intifada.
Não quero dizer que irá ter outra intifada, pois o governo palestino está fraco para tal coisa (a menos que o Hamas comece uma). Hoje o Fatah não tem a sua força de antes, e se começar uma intifada seria desorganizada mas justa e honesta.
Esperamos para ver o que o povo palestino fará. O processo de paz está enterrado, só nao podemos deixar que israel continue enterrando nossos filhos.
Al Aqsa é de suma importância para o processo de paz, e não está sendo tratada como tal, está sendo tratada com desrespeito e audácia.
A ultima vez que isso aconteceu foi quando Sharon pisou em sua área. Isto iniciou a segunda Intifada.
Não quero dizer que irá ter outra intifada, pois o governo palestino está fraco para tal coisa (a menos que o Hamas comece uma). Hoje o Fatah não tem a sua força de antes, e se começar uma intifada seria desorganizada mas justa e honesta.
Esperamos para ver o que o povo palestino fará. O processo de paz está enterrado, só nao podemos deixar que israel continue enterrando nossos filhos.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mais assentamentos, negado direito de andar e Abbas não é mais palestino
Estão sendo construidas mais 800 casas em assentamentos na Cisjordânia. Todos não integram as 2400 residências aprovadas pelo governo israelense. De qualquer jeito uma desgraça e uma falta de inteligência do governo israelense, e claro, dos colonos em si, pois estão motivando cada vez mais uma revolta palestina.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u633617.shtml
Policiais israelenses estão intensificando a vigilância ao redor da esplanada das mesquitas. Estão prendendo palestinos e liberando a passagem apenas de mulheres e homens acima de 50 anos.
A revolta palestina começou com a presença de colonos causando alguns problemas, e com diversos policiais protegendo a sua entrada na esplanada. Houve rumores de que havia entre os peregrinos intensões de danificar a mesquita de Al Aqsa.
E o Hamas não considera mais o Abbas como palestino. Na verdade Abbas ja se enfraqueceu de mais, e uma das mais contestadas atitudes que tomou foi na semana passada, na ONU. A delegção palestina retirou o pedido de investigação de crimes de guerra contra israel. Uma atitude estranhada pelo mundo como um todo.
israel é acusado de matar centenas de civis em uma guerra contra o Hamas, iniciada em dezembro de 2008 e finalizada em pouco mais de um mês depois. Esta "guerra" representou o massacre de um povo que, desde 2006, vive impedida de importar diversos produtos para sobrevivência e construção, além de estar mantidade em uma cadeia a ceu aberto.
israel impede a entrada de materiais por ceu, água e terra... falta comida, água, energia e combustível na maior parte do mês, e grande parte da população vive abaixo do nível de pobreza, muitos graças ao impedimento de exportação de produtos e recursos humanos da região de Ghaza.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u633617.shtml
Policiais israelenses estão intensificando a vigilância ao redor da esplanada das mesquitas. Estão prendendo palestinos e liberando a passagem apenas de mulheres e homens acima de 50 anos.
A revolta palestina começou com a presença de colonos causando alguns problemas, e com diversos policiais protegendo a sua entrada na esplanada. Houve rumores de que havia entre os peregrinos intensões de danificar a mesquita de Al Aqsa.
E o Hamas não considera mais o Abbas como palestino. Na verdade Abbas ja se enfraqueceu de mais, e uma das mais contestadas atitudes que tomou foi na semana passada, na ONU. A delegção palestina retirou o pedido de investigação de crimes de guerra contra israel. Uma atitude estranhada pelo mundo como um todo.
israel é acusado de matar centenas de civis em uma guerra contra o Hamas, iniciada em dezembro de 2008 e finalizada em pouco mais de um mês depois. Esta "guerra" representou o massacre de um povo que, desde 2006, vive impedida de importar diversos produtos para sobrevivência e construção, além de estar mantidade em uma cadeia a ceu aberto.
israel impede a entrada de materiais por ceu, água e terra... falta comida, água, energia e combustível na maior parte do mês, e grande parte da população vive abaixo do nível de pobreza, muitos graças ao impedimento de exportação de produtos e recursos humanos da região de Ghaza.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Liberdade a palestina, desistencia na ONU
Pois é... nós conseguimos libertar 19 presas palestinas, presas injustamente como a Fatima Yunes al Zaq, ela levava uma sobrinha para Ramallah, que também é território palestino, na Cisjordânia, para ser hospitalizada. Para o serviço secreto israelense, no entanto, ela levava a sobrinha para realizar atentados em Tel Aviv, capital de Israel, e numa estação balneária.
Casos como o dela são inumeros...e quanto mais pesquisamos mais raiva temos.
Estas presas foram trocadas por um vídeo, na qual aparece um soldado israelense em Ghaza, com vida, e com saude.
Enquanto isso, por pressão de deus sabe o que, os palestinos desistiram do relatório da ONU, que acusaria israel de crimes de guerra.
Isso é muito triste, por mais que eu aprove a luta palestina eu nunca iria descartar ao mundo a possibilidade de mostrar israel como ela é em Ghaza, uma assassina
Casos como o dela são inumeros...e quanto mais pesquisamos mais raiva temos.
Estas presas foram trocadas por um vídeo, na qual aparece um soldado israelense em Ghaza, com vida, e com saude.
Enquanto isso, por pressão de deus sabe o que, os palestinos desistiram do relatório da ONU, que acusaria israel de crimes de guerra.
Isso é muito triste, por mais que eu aprove a luta palestina eu nunca iria descartar ao mundo a possibilidade de mostrar israel como ela é em Ghaza, uma assassina
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
A mudança da voz palestina
A voz palestina está mudando. A Cisjordânia está cansada da voz fraca de Abbas implorando ao mundo o fim dos assentamentos, enquanto a ala dos martires de al aqsa (braço armado do Fatah) está clamando uma nova intifada após disturbios ocorridos no fds.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u629885.shtml
Há muita impaciência com os israelenses, e o governo de Netan, até agora, não fen nada... e já era tempo de começar algo. Infelizmente temos um líder na Cisjordânia que está mais fraco do que nunca, e um partido que não tem a mesma força de tempos atrás, e digo força política e bélica tambem, pois ja como teve outro foco, foi muito enfraquecida -em armas, durante os ultimos 3 anos.
Por outro lado o Hamas está querendo mudar de tom, está querendo captar alguns partidários mais tranquilos, menos radicais. E isto ficou muito bem caracterizado na entrevista que Meshal fez para uma revista britânica.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u629831.shtml
Na entrevista ele fala sobre muitos assuntos que são de senso comum árabe, como a luta contra israel e não contra os judeus, o modo que os judeus viviam no oriente médio antes de 48, muito melhor do que viviam na europa; o bom relacionamento geral das 3 religiões no território (cristã, judaica e muçulmana); o preço que pagamos por um massacre cruel realizado por europeus mas que fez os palestinos pagarem a conta, etc...
O mais impressionante e que merece mais aplausos foi o reconhecimento e respeito a desgraça que sofreram os judeus no holocausto, mas frizando que os árabes não o fizeram, e que não devemos pagar por isso, com outro massacre
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u629885.shtml
Há muita impaciência com os israelenses, e o governo de Netan, até agora, não fen nada... e já era tempo de começar algo. Infelizmente temos um líder na Cisjordânia que está mais fraco do que nunca, e um partido que não tem a mesma força de tempos atrás, e digo força política e bélica tambem, pois ja como teve outro foco, foi muito enfraquecida -em armas, durante os ultimos 3 anos.
Por outro lado o Hamas está querendo mudar de tom, está querendo captar alguns partidários mais tranquilos, menos radicais. E isto ficou muito bem caracterizado na entrevista que Meshal fez para uma revista britânica.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u629831.shtml
Na entrevista ele fala sobre muitos assuntos que são de senso comum árabe, como a luta contra israel e não contra os judeus, o modo que os judeus viviam no oriente médio antes de 48, muito melhor do que viviam na europa; o bom relacionamento geral das 3 religiões no território (cristã, judaica e muçulmana); o preço que pagamos por um massacre cruel realizado por europeus mas que fez os palestinos pagarem a conta, etc...
O mais impressionante e que merece mais aplausos foi o reconhecimento e respeito a desgraça que sofreram os judeus no holocausto, mas frizando que os árabes não o fizeram, e que não devemos pagar por isso, com outro massacre
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
israel esmolando aos países do conselho de segurança
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u625746.shtml
israel agora esmola por clemência pelos países do conselho de segurança. Infelizmente para nós os estados unidos ainda tem forte ligação com o estado israelense, e dificilmente permitirá a ONU colocar israel no tribunal.
Mas pelo jeito nunca mais teremos justiça vinda da mão de outros povos, da mão de outros países e muito menos da mão da ONU. Tudo que podemos fazer é continuar lutando contra a ocupação. Teremos condições de lutar durante centenas de anos se for necessário, mas nunca podemos parar de lutar, nem confiar em julgamentos internacionais para isto.
Considero o povo palestino como um povo de oportuno crescimento, e de oportuno patriotismo. Não interessa se é um muçulmano que luta pelo Hamas ou um cristão que luta pela FPLP... todos lutamos pelo mesmo objetivo, e este objetivo chegará um dia, mesmo que demore, mesmo que passe rápido.
E para simbolizar este fracasso diplomático, o enviado americano (George Mitchell) não consegiu um acordo preeliminar, e conversações abertas estão cada vez mais distantes.
israel agora esmola por clemência pelos países do conselho de segurança. Infelizmente para nós os estados unidos ainda tem forte ligação com o estado israelense, e dificilmente permitirá a ONU colocar israel no tribunal.
Mas pelo jeito nunca mais teremos justiça vinda da mão de outros povos, da mão de outros países e muito menos da mão da ONU. Tudo que podemos fazer é continuar lutando contra a ocupação. Teremos condições de lutar durante centenas de anos se for necessário, mas nunca podemos parar de lutar, nem confiar em julgamentos internacionais para isto.
Considero o povo palestino como um povo de oportuno crescimento, e de oportuno patriotismo. Não interessa se é um muçulmano que luta pelo Hamas ou um cristão que luta pela FPLP... todos lutamos pelo mesmo objetivo, e este objetivo chegará um dia, mesmo que demore, mesmo que passe rápido.
E para simbolizar este fracasso diplomático, o enviado americano (George Mitchell) não consegiu um acordo preeliminar, e conversações abertas estão cada vez mais distantes.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
israel com medo de ir ao tribunal?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u624677.shtml
Reportagem publicada hoje. Por incrivel que pareça algo mudou na diplomacia mundial.
israel nunca temeu ser julgado por crimes de guerra. Durante a primeira intifada eles quebravam os braços de crianças menores de 15 anos, por tacarem pedras em tanques. Estupravam mulheres, executavam sumariamente homens ligados a qualquer grupo político (nem se importavam com o que faziam), abriram as portas para o massacre de Sabra e Chatilla (as armas dos falangistas eram israelenses também), matam palestinos semanalmente e mantem mais de 10 mil presos sem julgamento.
E só agora temem por uma condenação no conselho de segurança da ONU, o que posteriormente poderá levar israel ao tribunal penal internacional.
Esta campanha, se divulgada na mídia, terá um foco menor do que por debaixo dos panos. A sua perpectiva de amenizar a imagem suja de israel saira pela culatra, e ainda mais se os paises árabes e as associações palestinas investirem em tribunais mundiais, como na Espanha, que permite o julgamento de pessoas do mundo todo, e não só espanholas, usado principalmente para crimes contra a humanidade.
O lançamento de mísseis do Hamas também foi condenado, e prontamente rechaçado pelo grupo palestino. Neste jogo de acusações nenhum lado está certo, os dois estão errado. Só nao quero que este joguinho político faça com que a culpa caia unicamente contra os palestinos, que poderá acontecer realmente.
Reportagem publicada hoje. Por incrivel que pareça algo mudou na diplomacia mundial.
israel nunca temeu ser julgado por crimes de guerra. Durante a primeira intifada eles quebravam os braços de crianças menores de 15 anos, por tacarem pedras em tanques. Estupravam mulheres, executavam sumariamente homens ligados a qualquer grupo político (nem se importavam com o que faziam), abriram as portas para o massacre de Sabra e Chatilla (as armas dos falangistas eram israelenses também), matam palestinos semanalmente e mantem mais de 10 mil presos sem julgamento.
E só agora temem por uma condenação no conselho de segurança da ONU, o que posteriormente poderá levar israel ao tribunal penal internacional.
Esta campanha, se divulgada na mídia, terá um foco menor do que por debaixo dos panos. A sua perpectiva de amenizar a imagem suja de israel saira pela culatra, e ainda mais se os paises árabes e as associações palestinas investirem em tribunais mundiais, como na Espanha, que permite o julgamento de pessoas do mundo todo, e não só espanholas, usado principalmente para crimes contra a humanidade.
O lançamento de mísseis do Hamas também foi condenado, e prontamente rechaçado pelo grupo palestino. Neste jogo de acusações nenhum lado está certo, os dois estão errado. Só nao quero que este joguinho político faça com que a culpa caia unicamente contra os palestinos, que poderá acontecer realmente.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Quanto irá durar a esperança palestina?
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,netanyahu-construcoes-na-cisjordania-vao-prosseguir,434589,0.htm
A partir desta notícia que li hoje de manha me pergunto... Quanto será que durará a paciência e a esperânça palestina? Será que Netan quer mesmo uma terceira intifada? Ou será que ele é burro mesmo, e a partir de ações como está o primeiro ministro de israel quer realmente que os palestinos percam todas as chances de seu estado, e consequentemente israel perca todas as chances de viver em paz...
Não sei qual o interesse do estado de israel viver com uma população de 20% (os árabes-israelenses que vivem em seu território) totalmente insatisfeita, e nem sei o interesse de manter duas áreas sem legalidade territórial a leste e a oeste.
O mais impressionante é que Netan até considera a hipótese de parar as construções na Cisjordânia (claro, só quando acabar de construir mais 2500 casa...) mas ele se diz sólido em não aceitar que está resolução se reflita em jerusalém oriental... de maioria árabe, que desejamos ter como capital do nosso futuro estado.
Esta condição de não negociar jerusalém (Al Quds para os árabes) persiste como uma pedra no caminho... mais uma que israel irá imoralmente jogar fora das conversações, e depois ainda falar que os palestinos é que são inflexíveis.
Vamos ver quanto tempo durará a nossa paciência.
A partir desta notícia que li hoje de manha me pergunto... Quanto será que durará a paciência e a esperânça palestina? Será que Netan quer mesmo uma terceira intifada? Ou será que ele é burro mesmo, e a partir de ações como está o primeiro ministro de israel quer realmente que os palestinos percam todas as chances de seu estado, e consequentemente israel perca todas as chances de viver em paz...
Não sei qual o interesse do estado de israel viver com uma população de 20% (os árabes-israelenses que vivem em seu território) totalmente insatisfeita, e nem sei o interesse de manter duas áreas sem legalidade territórial a leste e a oeste.
O mais impressionante é que Netan até considera a hipótese de parar as construções na Cisjordânia (claro, só quando acabar de construir mais 2500 casa...) mas ele se diz sólido em não aceitar que está resolução se reflita em jerusalém oriental... de maioria árabe, que desejamos ter como capital do nosso futuro estado.
Esta condição de não negociar jerusalém (Al Quds para os árabes) persiste como uma pedra no caminho... mais uma que israel irá imoralmente jogar fora das conversações, e depois ainda falar que os palestinos é que são inflexíveis.
Vamos ver quanto tempo durará a nossa paciência.
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